O Grupo Pão de Açúcar divulgou nota informando que entrou em contato com a ONG Educafro e que "reiterou suas diretrizes de repúdio a qualquer ato discriminatório". Segundo a nota, a empresa "pauta suas ações no respeito aos direitos humanos e à integridade de todos os que frequentam as suas lojas, bem como os que contribuem com a sua operação". A empresa assegurou que "não admite qualquer forma de discriminação relativa à raça, gênero, orientação sexual, cor, religião, idade, origem étnica, incapacidade física ou mental ou qualquer outra classificação protegida por leis federais, estaduais ou municipais".
Com megafones, cartazes e bandeiras, integrantes da Educafro procuraram chamar a atenção do público e pressionar a diretoria do grupo a marcar uma reunião para negociar um meio de coibir a discriminação racial. “Queremos propor um treinamento antirracista para os funcionários com o objetivo de erradicar os comportamentos preconceituosos”, disse Marcelo Antônio de Jesus, um dos coordenadores do ato.
Segundo ele, a organização analisa cinco casos de maus tratos em estabelecimentos comerciais. Entre os processos está o de duas mulheres - mãe e filha - vítimas de discriminação, no último dia 7, após fazer compras no Supermercado CompreBem, no bairro de Itaquera, zona leste da cidade.
Quando as clientes já estavam a 100 metros de distância do local, de acordo com Santos, foram abordadas por um segurança. Dizendo-se policial, o homem disse a elas que “alguém as viu furtando algo e que seriam suspeitas por serem negras”.
Sobre este caso ocorrido em 7 de julho, o Grupo Pão de Açúcar havia emitido o seguinte esclarecimento: “O CompreBem repudia qualquer ato discriminatório e informa que suas ações são sempre pautadas no respeito à integridade e aos direitos humanos e promove contínuo treinamento dos seus colaboradores para o cumprimento das leis e do Código de Ética do grupo. A rede colabora e aguarda a investigação dos órgãos competentes para esclarecimento do fato”.
Com megafones, cartazes e bandeiras, integrantes da Educafro procuraram chamar a atenção do público e pressionar a diretoria do grupo a marcar uma reunião para negociar um meio de coibir a discriminação racial. “Queremos propor um treinamento antirracista para os funcionários com o objetivo de erradicar os comportamentos preconceituosos”, disse Marcelo Antônio de Jesus, um dos coordenadores do ato.
Segundo ele, a organização analisa cinco casos de maus tratos em estabelecimentos comerciais. Entre os processos está o de duas mulheres - mãe e filha - vítimas de discriminação, no último dia 7, após fazer compras no Supermercado CompreBem, no bairro de Itaquera, zona leste da cidade.
Quando as clientes já estavam a 100 metros de distância do local, de acordo com Santos, foram abordadas por um segurança. Dizendo-se policial, o homem disse a elas que “alguém as viu furtando algo e que seriam suspeitas por serem negras”.
Sobre este caso ocorrido em 7 de julho, o Grupo Pão de Açúcar havia emitido o seguinte esclarecimento: “O CompreBem repudia qualquer ato discriminatório e informa que suas ações são sempre pautadas no respeito à integridade e aos direitos humanos e promove contínuo treinamento dos seus colaboradores para o cumprimento das leis e do Código de Ética do grupo. A rede colabora e aguarda a investigação dos órgãos competentes para esclarecimento do fato”.

2 comentários:
Na boa...respeito e não sou uma pessoa preconceituosa..mas em pleno século XXI ainda se fazendo protesto deste tipo é demais...fala sério!
Que coisa ridícula...perda de tempo e coisa d quem não tem o que fazer.
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