1.12.11

Reconhecimento Mundial - Dilma, a nova marca do Brasil



A presidenta Dilma Rousseff é destaque desta semana da revista norte-americana “The New Yorker”. A revista relata a trajetória política da presidenta, como militante anti-ditadura, nos anos 60, secretária de governo em Porto Alegre e ministra da Casa Civil no Governo Lula. E ressalta a sua forte presença à frente das políticas de governo, como o lançamento do Programa Brasil sem Miséria, criado para eliminar a pobreza extrema no país até 2014.

A reportagem também ressalta os avanços conquistados pelo Brasil nos últimos nove anos, que tirou 28 milhões de pessoas da linha da pobreza. Segundo a revista, o país tem um orçamento equilibrado, quase o pleno emprego, dívida interna e inflação baixas. Para a The New Yorker, o Brasil “é, caoticamente, democrático, e tem uma imprensa livre”.

Esse destaque é o reconhecimento pelo trabalho da presidenta Dilma que, neste primeiro ano de governo, manteve o Brasil na rota do desenvolvimento sustentável, respeitando os limites dos recursos naturais e priorizando os investimentos públicos na melhoria da infraestrutura, dos sistemas de educação e saúde. Também se preocupou em adotar medidas de estimulo à economia, para criar novos empreendimentos e permitir a manutenção do nível de empregos.

Hoje, conforme a revista, o Brasil está na vanguarda de importantes questões mundiais, não só econômicas, mas também na seara política, posicionando-se contra as violações dos direitos humanos e à democracia, especialmente no mundo árabe. A presidenta brasileira ainda motiva comentário sobre o comportamento do país em relação à crise mundial. “Os EUA parecem estar constantemente na mente de Dilma, como um exemplo de como não lidar com a crise econômica global”, diz a revista. Sem dúvida, um fato marcante para o Brasil e especialmente para as mulheres, que só recentemente começaram a chegar ao poder executivo em suas três esferas. Como analisa a The New Yorker, a presidenta Dilma dá importante contribuição à consolidação do Brasil como uma das potências mundiais, principalmente porque a comunidade internacional considerava o país, há pouco mais de uma década (Governo Tucano), ignorante e subdesenvolvido.

Esse reconhecimento internacional representa, mais uma vez, a quebra constante de paradigmas que o Brasil tem vivenciado. Um operário, o Presidente Lula, vítima do preconceito, realizou a maior “revolução social” que a história já registrou. Tiramos da miséria milhões de pessoas e instituímos um modelo econômico que gera riqueza e garante a sua distribuição. A presidenta Dilma, primeira mulher a ocupar o cargo, primeira mulher a abrir uma conferência da ONU, tem mostrado ao mundo os rumos para o enfrentamento da crise internacional e chama a atenção para a erradicação da miséria. Definitivamente, o Brasil não é apenas o país do futebol.

Por Edinho Silva

2 comentários:

André Soares disse...

Como se todos esses cargos ocupados por ela antes da presidência fosse motivo de orgulho...me poupe! =/

Camila Couto disse...

concordo com o comentário do andré...fala sério!!

1964: a ditadura ainda sobrevive dentro do PIG

Há 44 anos atrás, os mesmos jornais do PIG (Partido da Imprensa Golpista) que hoje querem derrubar Lula e seus ministros, publicavam manchetes mentirosas para apoiar a derrubada do presidente João Goulart: Estadão, Folha de São Paulo, O Globo, a Editora Abril...

O Brasil foi redemocratizado com a constituinte de 1988, mas da ditadura de 1964 sobrou o entulho do PIG.

As notícias obedecem à ditadura das mesmas famílias donas dos mesmos jornais e TVs golpistas de 1964: Marinhos, Civitas, Mesquitas e Frias.

Os ditadores da mídia, censuram o que sai em seu jornais, rádios e TVs. Publicam notícias favoráveis para os "amigos" e para os "inimigos" fabricam crises e dossiês, por mais falsos e absurdos que sejam.

O mais recente é o "dossiê" FHC, para derrubar Dilma.

O instinto golpista continua o mesmo de 1964. Querem retomar de assalto o Estado brasileiro em 2010 a qualquer preço.

Para relembrar a falta de pudor em publicar mentiras, vejam a manchete recheada de escárnio e cinismo do jornal O Globo em 01/04/1964: "Fugiu Goulart e a Democracia está sendo restabelecida".

Goulart estava em Porto Alegre, em território nacional - portanto em pleno exercício da presidência - na casa do General Ladário, acompanhando o desdobrar dos acontecimentos.

Tancredo Neves, aliado de Jango na época, leu mensagem oficial do presidente no Congresso Nacional indicando o paradeiro em Porto Alegre, diante da UDN golpista.

O Globo publicou a manchete mentirosa para desestimular qualquer resistência popular e militar, dando respaldo aos golpistas.

João Goulart, vendo-se isolado, com apoio apenas do III Exército do Rio Grande do Sul, em minoria no apoio militar, só no dia seguinte à manchete mentirosa, exilou-se.

Folha, Estadão e O Globo tem vergonha enrustida de suas páginas mentirosas em 1o. de Abril de 1964. Foi dificíl encontrar a capa de "O Globo" na internet. A capa da Folha e do Estadão não se encontra. Querem apagar o passado de mentiras e saudações à ditadura.

As mentiras que lhes interessam hoje, são outras.

O PIG junto com os legítimos herdeiros da ditadura, os Demos (ex-PFL, ex-ARENA, ex-UDN) e os tucanos, que aderiram mais tarde ao golpismo midiático para retomarem o poder, são a atual ditadura a ser combatida.

Com a Internet, a TV digital que abrirá mais canais, a TV pública e rádios comunitárias, haveremos de democratizar a informação no Brasil, e libertarmo-nos desta ditadura do PIG.

By Zé Augusto
"Construir um mecanismo que aumente a igualdade de oportunidades (programas de transferência de renda, como o Bolsa-Família) é fundamental para dar moralidade ao capitalismo." Por Delfin Netto